Por: Maria Augusta Ribeiro

Parece óbvio que não há inovação sem queda ou fracassos, mas não é. Da grande empresa à dona de casa, todos desejamos dar popularidade a ideias criativas que transformem a vida das pessoas e as nossas. Mas, será que estamos preparados para levantar após a queda?

fotos_3883_9bd[3]Hoje, a criatividade pessoal deu lugar a setores de marketing estruturados, métodos elaborados, e ambientes hostis para a produção de conteúdo.

O conceito básico de toda e qualquer criatividade passa pelo aprender com os erros. E, se não ativarmos esta habilidade pelos processos exploratórios, investigação e pelo compartilhamento de informação, não vamos chegar a lugar algum.

A ideia de experimentar o novo mesmo sabendo que pode não ter sucesso parece não fazer parte do pacote “aprendizado” e gerar cicatrizes capazes de levar ao sucesso no futuro, pois são encarados como fracasso.

sebastian-aumer-eggo-designboom01Hoje produzimos profissionais altamente qualificados, cada vez mais jovens, e com habilidades que sequer pensaríamos a 10 anos atrás. Mas nos esquecemos de ensinar que aquele filtro que aprendemos desde pequeno faz toda a diferença para inovar.

Assim empresas, escolas e famílias se frustram ao constatar que esta pessoa não tem a habilidade primordial para se viver:  Quando fracassam mal conseguem se levantar.

egg2-520x344Agora, imagine quando agrupamos estas pessoas em departamentos estéreos, sem mentores e com ambiente competitivo? Acredita que serão criativos e inovadores?

Walt Disney antes de construir um império de entretenimento, foi demitido, faliu uma empresa e foi desacreditado  quando desejava ter um ratinho como seu personagem principal. Porém a persistência, foco e  otimismo não o deixaram desistir.

Qualquer pessoa motivada e amparada de maneira correta vai inovar, mas a primeira regra que deve ser aprendida é: Não ha sucesso sem fracasso.

Se motivarmos nossos filhos, colegas e amigos podemos fortalecer o ser humano pelo básico  e  ao cair será mais fácil Levantar-se Pense nisso!

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