O que será da sua rede social quando você morrer?


Já pensou o que será do seu Facebook, Twiiter ou Snapchat quando morrer? Tem um grupo de pesquisadores que já pensou e criou alternativas inovadoras para não deixar seu legado digital desaparecer.

Empresas como o Facebook, Twiiter e Google tiveram ideias diferentes para encarar um problema comum: O que fazer com um perfil para que seja eterno? E a resposta simples que parece atender a demanda é torna-lo  um mural de recordações, como se fosse um scrapbook.

belicosa55Parentes podem realizar um pedido ao Facebook para serem gestores da conta do falecido, podem deixa-la numa posição de dormência, ou ainda permitir apenas que seja publicado ideias pelos amigos que já existiam em vida.

Sabendo que a linha que divide nossas vidas entre real e virtual é inexistente nos dias de hoje, a dica é tratar sua rede social com carinho. Assim quantidade de data que produziu em vida se tornara legado após a sua morte.

facebook-#belicosa55Como o Orkut e tantas outras redes sociais que deixaram de ser imprescindíveis, há risco de que este processo também faça com que suas recordações sejam perdidas e você não deixe vestígio digitais de sua existência, mas ate lá grupos de estudiosos na área tem se empenhado para que isso nao seja alternativa.

O universo virtual apenas nos conecta e propaga nossa existência. E não é porque faleceu que deixara de ser lembrando com amor ou de ter registrado nas pessoas experiências marcantes.

Empty tombstone on a graveyard
Empty tombstone on a graveyard

Acredito que, o que a tecnologia esta fazendo por nós é antecipar padrões que assegurem que nossas informações continuem visíveis inclusive para gerações tao distantes que passamos a ser referendados como seres cada vez mais conectados. Lembre-se, não é porque não conheceu Elvis Presley, estudou com Albert Einstein ou foi vizinho de Dercy Gonçalves que eles não podem ter impacto na sua vida, ou que nao sejam admirados, certo?

Por: Maria Augusta Ribeiro. Profissional da informação, especialista em Netnografia, escreve para o Belicosa.com.br e é Coordenadora de Comunicação da BPW Brasil.

 

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